Abri uma empresa para oferecer esse serviço à comunidade justamente por causa da minha própria história. Sou trineta de italianos e reconheci minha cidadania pela via materna, mas foi a pior sensação passar por todo esse processo.
Minha bisavó (filha do italiano) faleceu muito cedo, quando meu pai tinha apenas 2 anos, e meu avô, neto de italiano, morreu um ano antes de eu nascer.
Por isso não convivi com a comunidade italiana dentro de casa: fui atrás dessa origem por conta própria, para resgatar essa parte da minha história.
Foi essa vivência que me motivou a ajudar outras pessoas a percorrerem o mesmo caminho de forma mais acolhedora.
Hoje, desde o Decreto Tajani, minha atuação está voltada a vistos para os Estados Unidos e cidadania americana.